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Mobiliário requalifica áreas externas

Conforto e durabilidade são as principais preocupações quando o assunto é mobiliário

Mobiliário requalifica áreas externas

Aproveitar um dia de sol a beira da piscina ou ler um livro em um espaço confortável. Aliar bem-estar ao contato com a natureza é um dos propósitos dos ambientes de convívio em áreas externas dos condomínios. Mas, para que esses espaços atinjam por completo os seus objetivos, a arquitetura entra em cena e propõe mobiliários capazes de unir durabilidade, beleza e aconchego.

Para a arquiteta e urbanista Patrícia Herden, o conforto do mobiliário de áreas comuns é uma forma de requalificar a utilização dos espaços ociosos nos prédios. “As áreas externas dos condomínios são fontes de confraternização que geralmente passam sem uso. Por isso, temos recomendado projetos de decoração e retrofit que permitam mantê-los atraentes para o uso constante de modo que os moradores interajam mais entre si e com esses ambientes”, observa.

Ao propor mobiliários para as áreas externas de condomínios, durabilidade é palavra de ordem. A arquiteta e urbanista Ana Trevisan lembra que além da estética, a mobília precisa ser resistente para suportar as intempéries do clima como vento, chuva e sol. Ela aponta que há no mercado materiais específicos para essa finalidade como madeira tratada, alumínio, corda náutica e fibra sintética. Segundo ela, o segredo é saber selecionar o mais indicado. “Existem atualmente soluções tecnológicas e bacanas para área externa, que são impermeáveis e aguentam bem a insolação. É preciso estudar bem as características de cada material”, diz.

Movel Area Externa

Madeira tratada, alumínio, corda náutica e fibra sintética resistem mais às intempéries do clima e são os materiais mais indicados para mobiliários de áreas externas

Patrícia Herden também observa que materiais que evitem o uso de tecidos são uma tendência. “Principalmente móveis com estrutura de alumínio com encostos e assentos em tela ou em fibras sintéticas”, comenta. Para os casos onde o uso de tecido é indispensável, ela aposta nos impermeáveis. “Tecidos sintéticos também são uma possibilidade já que recebem tratamentos contra raios UV, antimofo, bactericida. Os fabricados em polipropileno não desbotam, e em vinil ou couro náutico também são impermeáveis”, pondera.

A arquiteta lembra ainda a necessidade de cuidado com toda a área onde estão dispostos os mobiliários. “Os vasos devem ter rodízios na base para facilitar a movimentação e evitar as manchas no piso. Para o mobiliário fixo, como bancos de jardim, uma boa opção é a madeira autoclavada, podendo ou não ser mixadas com bases de concreto – hoje já encontramos opções em PVC e até mesmo em materiais reciclados para decks e mobiliário solto. Vale a pena conferir o prazo de garantia do fabricante”, pontua.

Fonte: CondomínioSC